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Psicanalista Cristiane Medina analisa como a maturidade emocional está redefinindo os términos em 2026

Especialista em autoestima feminina comenta como gestos públicos recentes entre Paolla Oliveira e Diogo Nogueira reforçam uma nova forma de encarar o fim das relações: sem rupturas traumáticas e com respeito emocional.

A recente interação pública entre Paolla Oliveira e Diogo Nogueira, após o anúncio da separação no fim de 2025, reacendeu uma discussão importante sobre maturidade emocional nos términos. Diferente de narrativas marcadas por conflitos, o episódio mostrou que o fim de uma relação não precisa ser sinônimo de briga, mágoa ou ruptura hostil.

Para a psicanalista Cristiane Medina, especialista em autoestima feminina, esse tipo de postura revela um avanço emocional significativo. “Existe uma ideia equivocada de que, para terminar, é preciso romper afetivamente de forma agressiva. A maturidade emocional permite encerrar ciclos com respeito, sem anular o que foi vivido”, analisa. Segundo Medina, amor-próprio também se manifesta na forma como uma relação termina. “Quando a mulher se escolhe, ela não precisa transformar o outro em inimigo. Ela entende que um vínculo pode deixar de fazer sentido sem que isso invalide a história ou gere culpa”, afirma.

A especialista explica que essa postura ainda é um desafio para muitas mulheres, que foram ensinadas a associar término a fracasso ou abandono. “Encerrar uma relação com serenidade exige autonomia emocional. É saber sustentar limites sem entrar em jogos de poder ou dependência”, pontua.

Para Cristiane Medina, esse comportamento tende a se tornar mais comum em 2026, à medida que cresce a maturidade emocional nas relações. “A maturidade emocional permite que o fim seja apenas isso: um fim. Sem violência emocional, sem disputas públicas e sem a necessidade de provar quem está certo. Isso também é amor-próprio”, conclui.

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