O especialista em estruturação de empresas Cláudio Lasso diz que a aplicação da Inteligência Artificial já influencia áreas como contabilidade, jurídico, logística, recursos humanos e vendas
A Inteligência Artificial deixou de ser um conceito restrito a laboratórios de tecnologia ou grandes empresas globais. Hoje, ela é um tema central nas decisões estratégicas, nas rotinas operacionais e até nas tarefas mais simples do dia a dia. Usuários, sejam empresários, profissionais liberais ou colaboradores, já buscam ferramentas e modelos de IA que impactam diretamente sua produtividade e competitividade.
Segundo o contador, empresário e especialista em estruturação de empresas, auditoria e gestão de ativos, Cláudio Lasso, a mudança não é teórica. Ela é prática. “Ferramentas baseadas em IA estão sendo utilizadas para automatizar atendimento ao cliente, organizar agendas, gerar relatórios, analisar dados financeiros, otimizar campanhas de marketing e estruturar processos internos. O que antes exigia horas de trabalho manual agora pode ser realizado em minutos, com maior precisão e menor índice de erro”.
Cláudio afirma que o movimento altera o padrão de eficiência esperado no mercado. “Empresas que operam sem apoio tecnológico começam a parecer lentas, menos responsivas e menos competitivas. A IA não é apenas uma inovação; ela está redefinindo o nível mínimo de desempenho aceitável”.
No ambiente corporativo, a aplicação da Inteligência Artificial já influencia áreas como contabilidade, jurídico, logística, recursos humanos e vendas. De acordo com Lasso, a capacidade de analisar grandes volumes de dados e identificar padrões permite decisões mais rápidas e fundamentadas.
“Isso reduz o improviso e amplia a previsibilidade. Para o profissional individual, a IA funciona como amplificador de capacidade. Ferramentas de geração de texto, análise de dados, organização de informações e automação de tarefas liberam tempo para atividades estratégicas. O foco deixa de ser execução mecânica e passa a ser interpretação e tomada de decisão”.
No entanto, o avanço da IA também impõe desafios. O primeiro é a qualificação, de acordo com o especialista em estruturação de empresas, auditoria e gestão de ativos. “Profissionais que não aprendem a utilizar essas ferramentas tendem a perder relevância. O segundo é a governança. Quanto mais dependente de tecnologia, maior a necessidade de controle, segurança de dados e supervisão humana qualificada”, reflete o empresário.
Outro ponto essencial, de acordo com Cláudio Lasso, é compreender que a IA não substitui pensamento crítico. “Ela organiza, sugere, analisa e automatiza, mas a decisão final continua sendo humana. Empresas que utilizam Inteligência Artificial sem estratégia correm o risco de automatizar erros ou amplificar falhas”.
Ele aponta que o cenário indica que a Inteligência Artificial não será um diferencial opcional nos próximos anos. “Ela será infraestrutura básica de operação. Assim como a internet deixou de ser vantagem competitiva para se tornar requisito mínimo, a IA segue o mesmo caminho”, destaca o contador.
O CEO da @triviumauditoria afirma que a questão não é mais se a tecnologia será adotada, mas como será incorporada ao modelo de negócio. Quem utiliza a IA para ganhar clareza, velocidade e precisão amplia vantagem. “Quem ignora tende a operar com custo maior e menor capacidade de adaptação. A Inteligência Artificial já molda o cotidiano. O desafio agora é decidir se ela será apenas uma ferramenta auxiliar ou parte central da estratégia empresarial”, conclui.
